terça-feira, fevereiro 28, 2006
Estou a meio.
Sinto-me bloqueada entre aquilo que penso e aquilo que não posso escrever.
Quero escrever, mas há uma barreira.
Que raio de altura para aparecer a barreira.
Se ao menos soubesse como saltá-la...
Nada pior no universo do que a barreira mental.
Nada mais proximo do desespero que um bloqueio emocional.
Toda a gente sabe que escrevo com os sentimentos, porque os dedos estão cheios de sentidos...
E neste momento estou a meio...
sábado, fevereiro 25, 2006
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
E não se fala mais nisso
Tiro ao Álvaro
(Adoniran Barbosa e Oswaldo Moles)
(Adoniran Barbosa e Oswaldo Moles)
De tanto levar frechada do teu olhar
Meu peito até parece, sabe o que?
Táubua de tiro ao álvaro, não tem mais onde furar
Teu olhar mata mais do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que peixeira de baiano
Teu olhar mata mais
Que atropelamento de automóver
Mata mais que bala de revórver
Exercice for piruttes
Complicado manter o equilibrio na ponta do pé.
Aprende comigo miuda,
fixa um ponto com o olhar,
não aqui,
ao nivel do horizonte, pensa grande...
pensa que vais voar, mas que o teu eu não vai sair do chão...
Pensa que o mundo é teu.
Agora prepara-te para rodar, flete os joelhos...
impulso...
1... 2... 3... Agora!
A cabeça chega primeiro, de tal forma que já todo o corpo rodou num confuso movimento elegante e os olhos não deixaram o ponto.
E não vão deixar....
Para Claudia Finote e Alicia Rosado , obrigada!
"flex pliê"
domingo, fevereiro 19, 2006
E então, mais casa de banho?
Nem sempre tudo se resume a pasta, agua e umas escova...
Onde fica o bidé?
sexta-feira, fevereiro 17, 2006
Desejo...
Tenho sono.
Preciso urgentemente de me levantar daqui, andar 2 metros e deitar-me.
Sinto os olhos a fechar lentamente.
Lá ao longe, vindo de uma qualquer realidade, oiço uma melodia "todos os patinhos acabam de brincar, acabam de brincar..."
Será que sonho?
Oh doce melodia, pega em mim despe-me deste estado de sonolência e leva-me para os braços de quem sempre me espera a esta hora... O Colchão!
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
Vamos falar a sério...
Talvez não tenhas bigodes...
Sim, garras não tens de certeza...
Pêlo persa... ainda não investiguei muito bem...
Olhos azuis sim... mas isto tudo, não faz de ti um gato, Lobo...
domingo, fevereiro 12, 2006
E diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque eu não possso mais sofrer
Chega de saudade
Chega de saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim
Não sai
Mas, se ela voltar
Mas, se ela voltar
Se ela voltar
Que coisa linda
Que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços, os abraços
Dentro dos meus braços, os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertados assim, colados assim, calados assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De viver longe de mim
Não quero mais esse negócio
De você viver assim.
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim"
sábado, fevereiro 11, 2006
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
Falemos de ti...

És verde... Gosto do teu ar... tens um quê de galã, mas só o suficiente... nada alem do necessario...
Sim, é verdade, as tuas antenas nem sempre estão alinhadas, mas quem não tem algo no corpo não simetrico...
a simetria não é o essencial... o essencial é o feeling, o groove e tu tens o groove...
Talvez como sempre vivi contigo... a minha visão seja muito pouco realista, mas a vida é mesmo isto...
Acho que posso dizer, que sem ti... não faz sentido.
E tu?
Queres saber um segredo, chega aqui que eu conto-te...
Já pensei que estivesses aqui.
Já quis que fosse sempre sempre.
Ainda acredito que o outro lado da lua é meu.
Sou quem sou, sou um pouco daquilo que o fenoma me deixa.
Pinto quadros ás refeições.
Talvez porque quero estar aí.
Porque prefiro comer pão o resto da vida a voltar a nada.
Muito culpa do genoma.
Há coisas que não controlo, e tu?



