domingo, abril 09, 2006

Talvez genial talvez apenas isto

Gitâ

by Raul Seixas e Paulo Coelho

Às vezes você me pergunta por que é que eu sou tão calado
Não falo de amor quase nada, nem vivo sorrindo ao seu lado
Você pensa em mim toda hora, me come me cospe me deixa
Talvez você não entenda mas hoje eu vou lhe mostrar
Eu sou a luz das estrelas, eu sou a cor do luar
Eu sou as coisas da vida, eu sou o medo de amar
Eu sou o medo do fraco, a força da imaginação
O blefe do jogador, eu sou, eu fui, eu vou
Eu sou o seu sacrifício, a placa de contra-mão
O sangue no olhar do vampiro e as juras de maldição
Eu sou a vela que acende, eu sou a luz que se apaga
Eu sou a beira do abismo, eu sou o tudo e o nada
Por que você me pergunta?
Perguntas não vão lhe mostrar
Que eu sou feito da terra do fogo da água e do ar
Você me tem todo o dia, mas não sabe se é bom ou ruim
Mas saiba que eu estou em você mas você não está em mim
Das telhas eu sou o telhado, a pesca do pescador
A letra "A" tem meu nome, dos sonhos eu sou o amor
Eu sou a dona de casa nos "peg-pags"do mundo
Eu sou a mão do carrasco, sou raso, largo e profundo
Eu sou a mosca da sopa, o dente do tubarão
Eu sou os olhos do cego e a cegueira da visão
Eu sou o amargo da língua, a mãe, o pai e o avô
O filho que ainda não veio, o início, o fim e o meio
O início, o fim e o meio

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

hehehh...adorei a ideia de teres no teu blog 1xpaço para letras musicais 'q dispertam' certo interesse,kurti akela do "Namoro" um son antigo q nunca passa da moda e akela da pekena sereia q com jeitinho qquer pessoa encontra nela uma lição de vida...enfim amei esse xpaço e em jeito de retribuíção dos sorrisos q me 'roubaste' cá,kero te brindar com essa:
Shakira "No"

No, no intentes disculparte
No juegues a insistir
Las excusas ya existían antes de ti

No, no me mires como antes
No hables en plural
La retórica es tu arma más letal

Voy a pedirte que no vuelvas más
Siento que me dueles todavía aquí,
Adentro

Y que a tu edad sepas bien lo que es
Romperle el corazón a alguien así

No se puede vivir con tanto veneno,
La esperanza que me da tu amor
No me la dio más nadie,
Te juro, no miento

No se puede vivir con tanto veneno
No se puede dedicar el alma
A acumular intentos
Pesa más la rabia que el cemento

Espero que no esperes que te espere,
Después de mis 26
La paciencia se me ha ido hasta los pies

Y voy deshojando margaritas
Y mirando sin mirar,
Para ver si así te irritas y te vas

Voy a pedirte que no vuelvas más
Siento que me dueles todavía aquí,
Adentro

Y que a tu edad sepas bien lo que es
Romperle el corazón a alguien así

No se puede vivir con tanto veneno
La esperanza que me dio tu amor
No me la dio más nadie
Te juro, no miento

No se puede morir con tanto veneno
No se puede dedicar el alma
A acumular intentos
Pesa más la rabia que el cemento

No se puede vivir con tanto veneno

No se puede vivir con tanto veneno

No

No
Acabas de somar +1 admirador...bjhs.

18 abril, 2006 02:05  

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