Poesia venezuelana
Foge...
Larga o que tens e parte.
Rumo ao sol, rumo ao infinito, rumo ao que mais desejares.
Parte ave faminta, que necessita de ar.
Parte ar que procuras o vento.
Parte enquanto as amarras do nada te prendem o pensamento.
Viaja, a horas não pensadas à velocidade de uma onda, com a vontade do som.
Pensa que para lá do mar, há alguem que não sabe se está, mas que vai ficar.
Eu fico.
E tu? Sabes o que é pisar o chão que eu desejo?
Conheces o desejo...

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