E se...
Chove.
Outra vez a chuva, lembras-te?
Lembras-te quando passeavas por entre os pingos da chuva para me trazeres o sonho?
Lembras-te quando o sonho era tão leve que ao mais leve bater de asas, ele disparava e corria o mundo?
Lembras-te quando eramos papel e caneta e tudo era tinta a escorrer pelos dedos?
Lembras-te do toque da brisa no cabelo cansado depois de noites sem dormir?
Lembras-te do calor do sol na pele quando o frio era o inevitavel?
Lembras-te da dança ao vento, do rodopiar da sala, do peso das pernas.
Lembras-te de voltar ao inicio sem nunca tocar a tenue linha do fim?
E saber que ainda existes!

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