Quero-te; ou a verdade de ser eu e tu
Vi-te na madrugada de um dia que não cheguei a conhecer.
Tudo era névoa nessa altura.
As paredes que ergui à minha volta eram cinzentas.
Chegaste nessa madrugada sem mentira.
Abriste a porta da tua imaginação e começaste a pintar o meu mundo ás cores.
Primeiro vermelho, depois laranja, depois amarelo, depois beje e por fim branco.
Branco? Não!
Do branco para o azul, do azul para o purpura, do purpura para o roxo, do roxo para o vermelho.
Olhaste.
Não era bem aquilo que querias.
Pegaste sem autorização nas paredes que já não eram cinzentas e partiste-as.
Libertaste a minha imaginação.
Agora...
Querer-te não chega...

7 Comments:
continuas a escrever lindamente.
brincas com as palavras, até parece fácil...
pois.pois... as palavras é que brincam comigo...
Quem és?
Quem sou eu
Não sou nada
Nunca serei nada
Não posso querer ser nada
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Começo sinceramnete a ficar farta desta merda.
Já avisei muitas vezes já escrevi chega!
Não há mais espaço!
Fui!
más artes...
mázartes...
Eu dou-te ás mázartes!
Acho que sou clara!
Se és quem eu penso, baza!
mau feitio q.b.
bazei.
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