sábado, agosto 12, 2006

Quero-te; ou a verdade de ser eu e tu

Vi-te na madrugada de um dia que não cheguei a conhecer.
Tudo era névoa nessa altura.
As paredes que ergui à minha volta eram cinzentas.
Chegaste nessa madrugada sem mentira.
Abriste a porta da tua imaginação e começaste a pintar o meu mundo ás cores.
Primeiro vermelho, depois laranja, depois amarelo, depois beje e por fim branco.
Branco? Não!
Do branco para o azul, do azul para o purpura, do purpura para o roxo, do roxo para o vermelho.
Olhaste.
Não era bem aquilo que querias.
Pegaste sem autorização nas paredes que já não eram cinzentas e partiste-as.
Libertaste a minha imaginação.
Agora...
Querer-te não chega...

7 Comments:

Anonymous Anónimo said...

continuas a escrever lindamente.
brincas com as palavras, até parece fácil...

13 agosto, 2006 22:53  
Blogger Colombina said...

pois.pois... as palavras é que brincam comigo...
Quem és?

16 agosto, 2006 10:03  
Anonymous Anónimo said...

Quem sou eu

Não sou nada
Nunca serei nada
Não posso querer ser nada
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

16 agosto, 2006 20:38  
Blogger Colombina said...

Começo sinceramnete a ficar farta desta merda.
Já avisei muitas vezes já escrevi chega!
Não há mais espaço!
Fui!

17 agosto, 2006 15:37  
Anonymous Anónimo said...

más artes...

17 agosto, 2006 19:08  
Blogger Colombina said...

mázartes...
Eu dou-te ás mázartes!
Acho que sou clara!
Se és quem eu penso, baza!

17 agosto, 2006 20:12  
Anonymous Anónimo said...

mau feitio q.b.
bazei.

17 agosto, 2006 21:47  

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